Quando sua avó desaparece sem deixar rastros cinco anos atrás, Ainê acredita piamente no que lhe foi ensinado: “quando alguém desaparece sem deixar rastros, não é porque desapareceu ou morreu, mas porque foi encantada.”
Após o desaparecimento de sua avó, a menina começa a ouvir sussurros na mata, vozes que com o tempo começam a parecer a voz de sua avó. E por mais que algo dentro dela grite perigo, a saudade e a fé nos ensinamentos da avó são mais fortes que o medo.
Seguindo os sussurros, Ainê se embrenha na mata e descobre as sete fendas, e passando por elas conhece lugares onde mundos impossíveis se mostram. Em alguns momentos, encontra vestígios da sua avó desaparecida, confirmando suas esperanças de que finalmente se reunirá com a velha em um lugar mágico.
Mas as fendas escondem verdades difíceis de serem entendidas, e conforme Ainê as atravessa acreditando estar sendo encantada, ela vai percebendo que as coisas não são exatamente o que parece. E quando está finalmente descobre a verdade, já é tarde demais, ela está presa em um ciclo temporal infinito, condenada a reviver eternamente a mesma escolha. Mas será que Ainê foi encantada mesmo?
Rosa tem trinta e poucos anos e nenhuma resposta. Carrega consigo uma pergunta que não sai da cabeça: quem sou eu quando não sou ninguém?
Há uma caixa no fundo do armário que ela não abre faz anos. Dentro, desenhos de criança: flores tortas, jardins e cores de uma menina que desapareceu em algum lugar no caminho.
Como São as Flores Depois da Chuva é uma história crua e necessária sobre se perder e se encontrar, sobre os relacionamentos que nos transformam e as perdas que nos reconstroem. É sobre descobrir que as coisas que achamos que vão nos destruir são, muitas vezes, as mesmas que nos ensinam a florescer.
Para quem já se sentiu invisível na própria vida. Para quem já amou até se esquecer de si mesmo. Para quem precisa lembrar que, mesmo depois da chuva, ainda é possível estar de pé.
“Eu não sobrevivi apesar da dor. Eu me tornei quem eu sou por causa dela.”
Cada palavra é uma gota de chuva que esculpe paisagens comoventes, revelando a dualidade entre a intensidade das tempestades interiores e a calmaria que emerge após a tormenta. Estas páginas são um refúgio para quem já se viu imerso em suas próprias tempestades, um convite para explorar a beleza que pode ser encontrada na vulnerabilidade e autenticidade.
Esse livro é uma viagem através das estações da alma, onde a chuva e o sol coexistem, e cada parte dele é um raio de luz que ilumina os cantos mais sombrios do coração humano. “Como acalmar tempestades?” convida você a explorar, refletir e, quem sabe, descobrir a serenidade no olho do seu próprio furacão interior.
Neste livro de poemas, as flores desabrocham no inverno, em meio a amores e suas dores. Uma jornada poética pelas sutilezas dos relacionamentos, revelando a beleza e a tristeza que florescem nos corações.
Neste livro de poemas, cada página é um convite para explorar as sutilezas e complexidades dos relacionamentos amorosos e as profundas dores que eles podem trazer.
Flores no Inverno desvenda os meandros do coração, como a dor da despedida, o eco das lembranças passadas e a busca pela superação. Cada poema é uma janela para os conflitos internos que todos compartilhamos em nossas jornadas amorosas.
Nas páginas deste livro inspirador, intitulado Poemas para Não Esquecer…, a autora mergulha na profundidade das emoções por meio de sua habilidade ímpar de escrever poesias. Cada poema é uma janela para um mundo interior rico e complexo, onde os sentimentos encontram voz e ressonância.
Nesta coletânea, os versos exploram temas que todos nós enfrentamos: amor, saudade, esperança, luto e a jornada de autodescoberta. Com uma linguagem delicada, a autora convida os leitores a se perderem nas palavras e, ao mesmo tempo, a se encontrarem nas emoções que elas evocam.
Antologia de poesias com vários autores, possui quatro poesias inéditas minhas.